domingo, 30 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Ola amigos!
Estou a escrever depois de um dia super cansativo, pois trabalhar e estudar ao mesmo tempo é mesmo muito cansativo...
Mas todo o esforço sempre da frutos, tem os de pensar sempre assim..
Com todo o apoio da minha mãe, o meu marido, o meu padrasto, e entre outras pessoas, eu vou conseguir e sempre com um sorriso nos lábios, porque sei que o meu esforço nunca é em vão..
Pra todos, ofereço um dos poemas de Alberto Caeiro:
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...
Estou a escrever depois de um dia super cansativo, pois trabalhar e estudar ao mesmo tempo é mesmo muito cansativo...
Mas todo o esforço sempre da frutos, tem os de pensar sempre assim..
Com todo o apoio da minha mãe, o meu marido, o meu padrasto, e entre outras pessoas, eu vou conseguir e sempre com um sorriso nos lábios, porque sei que o meu esforço nunca é em vão..
Pra todos, ofereço um dos poemas de Alberto Caeiro:
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
o primeiro dia!
Chamo.me Sílvia Moreira, Vivo em Mouriz, mais precisamente - Paredes.
Sou casada com o melhor marido do mundo... O Helder!
Vivemos muitos felizes e com duas gatas: a Mimi e a Tigreza.
Sou trabalhadora estudante. No curso de Gestão do Património na ESE.. Trabalho para a Camâra Municipal de Valongo, sou Auxiliar de Acção Educativa.
Em part-time faço umas coisas para vender e oferecer aos mais chegados..
Sou casada com o melhor marido do mundo... O Helder!
Vivemos muitos felizes e com duas gatas: a Mimi e a Tigreza.
Sou trabalhadora estudante. No curso de Gestão do Património na ESE.. Trabalho para a Camâra Municipal de Valongo, sou Auxiliar de Acção Educativa.
Em part-time faço umas coisas para vender e oferecer aos mais chegados..
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