As minhas aulas acabaram por este ano, contudo ainda tenho uma frequência na próxima sexta feira.. de História de Arte..
Oferece presentes originais
domingo, 13 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Ola amigos!
Estou a escrever depois de um dia super cansativo, pois trabalhar e estudar ao mesmo tempo é mesmo muito cansativo...
Mas todo o esforço sempre da frutos, tem os de pensar sempre assim..
Com todo o apoio da minha mãe, o meu marido, o meu padrasto, e entre outras pessoas, eu vou conseguir e sempre com um sorriso nos lábios, porque sei que o meu esforço nunca é em vão..
Pra todos, ofereço um dos poemas de Alberto Caeiro:
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...
Estou a escrever depois de um dia super cansativo, pois trabalhar e estudar ao mesmo tempo é mesmo muito cansativo...
Mas todo o esforço sempre da frutos, tem os de pensar sempre assim..
Com todo o apoio da minha mãe, o meu marido, o meu padrasto, e entre outras pessoas, eu vou conseguir e sempre com um sorriso nos lábios, porque sei que o meu esforço nunca é em vão..
Pra todos, ofereço um dos poemas de Alberto Caeiro:
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...
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